TRATAMENTO CLÍNICO E REABILITAÇÃO
Quando o quadro pode ser conduzido sem intervenção e ainda existe espaço para recuperação funcional.

Itaim Bibi | Consulta particular
Hérnia cervical ou lombar, dor que desce para a perna ou braço, formigamento, perda de força ou indicação de cirurgia: entenda se o achado do seu exame realmente explica o que você sente e quais caminhos podem ser avaliados.
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Quem é o Dr. Rodrigo de Coimbra Gusmão e como pode te ajudar? 👇🏼
É um respeitado Médico Neurocirurgião em SP, avaliado em 5 estrelas no Google, trabalha na linha da investigação da origem neurológica da DOR e trata com precisão minimamente invasiva, seja com: medicina regenerativa, infiltrações, fármacos ou cirurgias quando de fato é a melhor indicação.

Dor lombar • Dor cervical • Dor que desce para a perna ou braço • Ciática • Formigamento • Dormência • Queimação • Choque • Perda de força • Coluna travada • Dificuldade para se abaixar • Dor ao sentar • Dor à noite
Hérnia de disco cervical • Hérnia de disco lombar • Discopatia • Abaulamento • Protrusão • Extrusão • Hérnia extrusa • Estenose • Compressão de raiz nervosa • Impressão sobre a medula
Já tentou fisioterapia ou remédios • Fez infiltração ou bloqueio • Fez radiofrequência • Recebeu indicação de cirurgia • Já operou e continua com dor • Quer uma segunda opinião
Discopatia • Abaulamento • Protrusão • Extrusão • Hérnia extrusa • Estenose • Compressão neural • Compressão ou impressão sobre a medula
O nome do exame importa, mas não decide o tratamento sozinho.
Esse achado explica o que você sente?
Duas pessoas podem ter imagens parecidas e precisar de condutas diferentes. A avaliação correlaciona o laudo com sintomas, força, sensibilidade, reflexos, evolução e tudo o que já foi tentado.
O exame mostra a anatomia, mas a decisão depende do caso inteiro...
Desde julho, o PRP passou a integrar uma nova possibilidade terapêutica regulamentada no Brasil para situações específicas, incluindo discopatia lombar.
O tratamento utiliza componentes do próprio sangue do paciente e pode entrar na conversa em casos selecionados.
Se você convive com dor há meses ou anos, já tentou medicamentos, fisioterapia, infiltrações ou outros tratamentos e até cirurgia e continua procurando alternativas, essa pode ser uma possibilidade a ser discutida durante a avaliação.


O objetivo da avaliação é entender:
→ se a hérnia realmente explica os sintomas;
→ qual estrutura está envolvida;
→ se existe comprometimento neurológico;
→ o que já foi tentado e qual foi a resposta;
→ quais alternativas ainda fazem sentido;
→ e quando a cirurgia é, de fato, a melhor decisão.
Tratamento clínico. Reabilitação. Procedimentos menos invasivos. Medicina regenerativa em casos selecionados. Cirurgia quando indicada.
Quando o quadro pode ser conduzido sem intervenção e ainda existe espaço para recuperação funcional.
Quando existe um alvo e um objetivo clínico bem definidos.
Pode fazer parte da estratégia em situações específicas de dor, dependendo da origem do sintoma e do objetivo do procedimento.
Uma possibilidade mais recente para casos selecionados, inclusive determinados quadros de discopatia lombar.
Quando sintomas, sinais neurológicos, perda funcional e anatomia sustentam a indicação. Técnicas como cirurgia endoscópica ou microdiscectomia podem ser consideradas em situações específicas.
Para quem já recebeu indicação de cirurgia, procedimento ou simplesmente quer compreender melhor o diagnóstico antes de decidir.
O objetivo não é oferecer o maior número de técnicas.
É descobrir qual caminho faz sentido para aquele caso.
Vale revisar a indicação quando você:
✓ recebeu indicação de cirurgia e ainda tem dúvidas;
✓ tem hérnia extrusa, estenose ou compressão neural;
✓ percebe perda de força ou piora funcional;
✓ apresenta sintomas que não melhoram;
✓ já tentou tratamentos anteriores;
✓ quer entender se existe alternativa antes de operar.
Uma segunda avaliação pode confirmar a indicação atual ou mostrar que outra estratégia merece ser discutida.

Neurocirurgião
CRM-SP 142.400 | RQE 80.979
10 mil+ atendimentos
Coluna • Dor • Nervos • Procedimentos • Cirurgia quando bem indicada
Avaliação cuidadosa. Técnicas atuais. Decisão com ética e acolhimento.
Ambos podem atuar em doenças da coluna. O neurocirurgião avalia coluna, medula, raízes nervosas e sistema nervoso e pode ser especialmente pertinente quando há dor irradiada, formigamento, dormência, perda de força, compressão ou dúvida sobre cirurgia.
O neurocirurgião é um médico que, depois da graduação em Medicina, faz formação especializada em Neurocirurgia. No Brasil, a residência médica em Neurocirurgia tem cinco anos e prepara o especialista para diagnosticar e tratar doenças que envolvem cérebro, medula, coluna vertebral, raízes nervosas e nervos periféricos. Por isso, ele não é “o médico que só opera”. Também investiga sintomas, examina neurologicamente o paciente, interpreta exames e decide quando o tratamento pode ser clínico, intervencionista ou cirúrgico.
Não. Uma parte importante da consulta é justamente definir se existe indicação cirúrgica ou se o caso pode seguir por tratamento clínico, reabilitação ou procedimentos menos invasivos.
Avalia sintomas, exame físico e neurológico, exames de imagem, evolução do quadro e tratamentos anteriores para entender a origem do problema e definir conduta.
São alterações semelhantes em regiões diferentes da coluna. A hérnia cervical pode causar sintomas em pescoço, braços e mãos. A lombar pode produzir sintomas em lombar, glúteos, pernas e pés, dependendo da estrutura envolvida.
É uma alteração do contorno do disco intervertebral. Pode ou não estar relacionada aos sintomas.
É uma alteração em que parte do disco se projeta além do seu contorno habitual. O significado clínico depende da localização e da relação com os sintomas.
É uma forma de hérnia em que parte do material discal ultrapassa seus limites habituais. O termo anatômico não define sozinho se será necessário operar.
São descrições anatômicas diferentes da alteração discal. Nenhuma delas, isoladamente, determina gravidade, risco ou tratamento.
Não. Discopatia é um termo mais amplo para alterações do disco intervertebral. Hérnia é uma alteração específica desse disco.
É um nível da coluna cervical, entre as vértebras C3 e C4. O nível localiza o achado, mas não define sozinho a gravidade.
É outro nível cervical frequentemente descrito em exames. A importância depende do tipo de alteração e da relação com os sintomas.
É um nível da coluna lombar. Alterações nessa região podem estar relacionadas a dor lombar ou sintomas irradiados, dependendo da estrutura envolvida.
É a região de transição entre a coluna lombar e o sacro. O achado precisa ser correlacionado ao exame e aos sintomas.
Significa que uma estrutura pode estar pressionando ou irritando uma raiz nervosa. Isso pode gerar dor irradiada, formigamento, dormência ou perda de força.
É uma descrição radiológica de contato ou efeito sobre a medula. O significado clínico depende do grau do achado e dos sinais neurológicos.
É um estreitamento do espaço por onde passam estruturas neurais. A importância depende da região, da intensidade e dos sintomas.
Geralmente, “canal estreito” é uma forma popular de se referir à estenose do canal vertebral. O significado para o paciente depende da correlação com os sintomas e o exame neurológico.
Não. “Bico de papagaio” é um nome popular para osteófitos, formações ósseas associadas a alterações degenerativas. Hérnia de disco envolve o disco intervertebral.
Não necessariamente. A imagem precisa corresponder ao trajeto dos sintomas e aos achados do exame físico e neurológico.
Sim. Algumas pessoas apresentam alterações em exames sem sintomas. Por isso, tratar a imagem sem correlacioná-la ao quadro pode levar a decisões inadequadas.
Não sozinho. A decisão considera sintomas, sinais neurológicos, força, função, localização da compressão, evolução e resposta aos tratamentos anteriores.
Pode. Quando determinadas raízes nervosas são irritadas ou comprimidas, a dor pode irradiar da lombar para glúteo, coxa, perna ou pé.
Não. Esse padrão pode envolver raízes nervosas que formam o nervo ciático, mas outras condições também podem causar dor irradiada.
Pode. Também pode estar associada a formigamento, dormência ou perda de força no braço ou na mão, dependendo do nível e da estrutura envolvida.
Pode, especialmente quando existe irritação ou compressão neural, mas há outras causas possíveis.
Pode. O padrão da dormência e o exame ajudam a diferenciar se a origem está na coluna, em um nervo periférico ou em outra condição.
Podem. Queimação, choque, formigamento e dormência são descrições frequentes em dores com componente neuropático.
Sim. Alteração de força é um dado neurológico relevante e precisa ser avaliada no contexto do quadro, especialmente quando é nova ou progressiva.
Pode haver relação quando existe comprometimento neurológico e perda de força, mas também existem outras causas. Fraqueza verdadeira precisa de avaliação.
Pode acontecer em quadros de hérnia, mas “coluna travada” não identifica uma causa sozinha. Disco, articulações, musculatura e outras estruturas podem produzir limitação semelhante.
Ajuda. Posição, movimento, vibração, esforço e tempo sentado podem oferecer pistas sobre quais estruturas participam do quadro.
Sim. Dor noturna, frequência das crises, duração e fatores associados ajudam a construir o diagnóstico e a decidir se a investigação precisa ser ampliada.
Quando a dor limita a marcha, as atividades básicas ou vem acompanhada de fraqueza, dormência importante ou piora progressiva, a avaliação médica ganha ainda mais importância.
Dor intensa pode limitar movimentos e tornar a respiração desconfortável, mas falta de ar tem muitas outras causas e não deve ser atribuída automaticamente à coluna.
Não necessariamente. “Extrusa” descreve uma característica anatômica. A necessidade de cirurgia depende do quadro clínico, do exame neurológico, da função e da evolução.
Em muitos casos, sim. Em outros, a cirurgia pode ser necessária. A decisão depende do quadro clínico e neurológico.
Muda a pergunta. Em vez de apenas repetir o tratamento, a avaliação pode revisar se o diagnóstico está correto, se a imagem corresponde aos sintomas e por que as tentativas anteriores não produziram o resultado esperado.
Pode ser necessário revisar diagnóstico, progressão do quadro, sinais neurológicos e outras possibilidades de tratamento.
É possível revisar qual era o diagnóstico, qual estrutura foi tratada, qual técnica foi utilizada e qual resposta ocorreu. Não responder a uma infiltração não significa automaticamente que o próximo passo seja cirurgia.
Não necessariamente. Dependendo do tipo e do objetivo do bloqueio, a duração da resposta pode oferecer informação importante sobre a origem da dor.
Não necessariamente. Existem técnicas, alvos e objetivos diferentes. A indicação depende do caso.
É uma técnica intervencionista usada em situações específicas de dor. A indicação depende do mecanismo de dor e do alvo que será tratado.
Pode fazer parte da estratégia de alguns quadros de dor associados à coluna, mas não é indicada simplesmente porque existe uma hérnia na ressonância.
É uma modalidade de radiofrequência usada em contextos específicos para modular estruturas relacionadas à dor sem necessariamente produzir o mesmo efeito térmico de outras técnicas. A indicação depende do diagnóstico e do alvo.
Rizotomia é um termo usado para procedimentos destinados a interromper ou modular a transmissão de dor por determinados ramos nervosos. Algumas técnicas utilizam radiofrequência, mas os termos não são sinônimos em todos os contextos.
Em alguns casos, pode fazer parte de uma estratégia não cirúrgica. Em outros, o problema que exige cirurgia não é tratado pela radiofrequência.
Varia conforme a técnica, a região tratada, o estado clínico e a atividade do paciente. Não existe um único prazo que sirva para todos os casos.
Depende do procedimento e do tipo de trabalho. Atividades físicas intensas e trabalhos sedentários podem exigir orientações diferentes.
Em situações selecionadas, pode entrar na discussão como tratamento médico adjuvante. A regulamentação atual inclui a discopatia lombar entre as condições específicas autorizadas.
Não deve ser entendido como promessa de regeneração garantida. O objetivo terapêutico, a indicação e os resultados esperados precisam ser discutidos individualmente.
Não automaticamente. São estratégias com indicações diferentes. O PRP não substitui tratamento clínico, reabilitacional, intervencionista ou cirúrgico quando estes são indicados.
É uma técnica de cirurgia minimamente invasiva realizada por pequenas incisões e com auxílio de uma câmera para acessar determinadas estruturas da coluna. Pode ser considerada em casos selecionados.
É uma cirurgia utilizada em situações selecionadas para retirar parte do disco que está comprimindo uma raiz nervosa. A indicação depende dos sintomas, exame neurológico, imagens e evolução.
Artrodese é uma cirurgia que busca estabilizar e unir segmentos da coluna. Dependendo da técnica, podem ser utilizados parafusos, hastes ou outros implantes. Ela não é necessária em toda hérnia de disco.
O risco não pode ser estimado apenas pela palavra “cirurgia”. A decisão considera diagnóstico, nível da coluna, técnica proposta, estado neurológico, riscos de intervir, riscos de não intervir e alternativas disponíveis.
Depende completamente do diagnóstico. Alguns quadros podem ser acompanhados ou tratados sem cirurgia. Outros podem apresentar risco de piora neurológica ou funcional.
Não é possível decidir apenas pelo adjetivo do laudo. A intensidade da estenose precisa ser relacionada aos sintomas, exame neurológico, função e evolução.
Quando há dúvida sobre diagnóstico, cirurgia, procedimento, persistência dos sintomas ou quando você quer entender melhor as alternativas antes de decidir.
Não necessariamente. Dor persistente ou recorrente depois de uma cirurgia pode ter diferentes causas. O primeiro passo é entender o que está acontecendo agora.
Pode existir, mas depende da causa da dor persistente. A investigação pode levar a reabilitação, tratamento medicamentoso, procedimentos ou, em situações específicas, nova cirurgia.
Podem existir situações em que implantes participam do problema, mas não é correto atribuir a dor aos pinos ou hastes sem investigação.
Eles respondem a perguntas diferentes. A ressonância costuma mostrar discos, nervos e medula; a tomografia detalha melhor estruturas ósseas; e a eletroneuromiografia avalia a função de nervos e músculos em situações específicas.
Quando possível, levar as imagens além do laudo ajuda o médico a revisar diretamente o exame e correlacioná-lo aos sintomas.
Não existe um tratamento único que seja melhor para todas as pessoas. A melhor conduta depende da causa dos sintomas, do estado neurológico, da função, dos exames, da evolução e do que já foi tentado.
A radiofrequência não “abre” o canal e não trata a estenose anatômica em si. A evidência é mais consistente quando a dor vem de estruturas específicas, como as articulações facetárias. Em alguém que também tem estenose, ela pode ser considerada apenas se a avaliação mostrar que existe um alvo de dor compatível. Quando há compressão neural importante, claudicação, perda de força ou piora neurológica, a decisão terapêutica segue outro raciocínio.
Nenhum procedimento é isento de risco. Na radiofrequência, os efeitos adversos dependem da técnica, da região e do alvo tratado. Estudos descrevem, entre outras possibilidades, dor temporária no local, dor neurítica, dormência ou alteração de sensibilidade; eventos mais graves são menos frequentes, mas podem ocorrer. Por isso, indicação, anatomia, técnica e orientação por imagem importam.
Não existe um prazo único. A duração do efeito varia conforme a origem da dor, a seleção do paciente, a técnica e o alvo tratado. Em estudos de radiofrequência para dor facetária, benefícios foram avaliados em curto, médio e até longo prazo, inclusive acima de 12 meses em alguns grupos. Isso não significa que o resultado dure esse tempo para todas as pessoas.
Essa decisão não pode ser respondida apenas com “sim” ou “não”. Em hérnia lombar com ciática, a cirurgia pode oferecer melhora mais rápida de dor e incapacidade em pacientes bem selecionados, enquanto em parte dos casos os resultados de longo prazo podem se aproximar dos obtidos com tratamento conservador. Compressão confirmada, dor persistente ou refratária, perda de força, progressão neurológica, tempo de evolução e impacto funcional pesam nessa decisão.
“Cura” não é uma promessa adequada para dor lombar crônica. A literatura a trata como uma condição que pode ser recorrente e ter diferentes causas e mecanismos. Existem tratamentos capazes de reduzir dor e incapacidade e melhorar função, mas a resposta varia entre pessoas e depende de um diagnóstico correto, do mecanismo da dor e da estratégia usada.
Se você já sabe que tem hérnia, discopatia, protrusão, estenose ou compressão e quer entender o que isso significa para o seu caso, a avaliação pode organizar as informações e mostrar quais caminhos merecem ser discutidos.
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Vanessa priscillaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Atendimento de recepção maravilhoso, atenção por parte do doutor Rodrigo excelente, um médico que não se fixa só na queixa do paciente, ele vê o paciente como um ser global, aonde se a máquina do corpo precisa estar toda funcionando em sincronia. Ele não faz distinção dos pacientes, atende muito bem no público e no particular, pois o conheço nos dois ambientes. Um médico que faz com amor a profissão, isso hoje é uma raridade na medicina, precisamos de muito mais doutores Rodrigos no nosso país.Publicado em Google![]()
Hedelaine Oliveira MoratoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Dr Rodrigo Gusmão simplesmente maravilhoso! Atencioso e muito profissional. Estava com muitas dores, ele fez infiltração no próprio consultório e nunca mais senti aquela dor intensa novamente. Maravilhoso! Deus abençoe semprePublicado em Google![]()
Ana Gabriela BezerraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimentoPublicado em Google![]()
pamela mendesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Doutor não estou conseguindo agendar consulta, me mandem o número novo ou endereço por favor, meu pai faz tratamento com o senhor .... esse doutor é Luz em meio às trevas, homem abençoado, humano , empático. DEUS abençoe ao senhor e todos funcionáriosPublicado em Google![]()
Kelly MariaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Descrevo o Dr Rodrigo, como um anjo aqui nesta terra, pense em um profissional diferenciado, empático e que ouve os seus pacientes. Quando o conheci , estava desacreditada , pois ninguém conseguia traduzir ou entender tudo aquilo que eu sentia. Paciente de dor crônica, com inúmeras tentativas de analgesia fracassadas, e eu pesquisando na internet, li a descrição de tudo que eu sentia e tentava me fazer entender há anos , na página do Dr., agendei a consulta e desde então , a minha vida está nas mãos dele, nunca ouvi que meu problema não tem solução, simplesmente , não desiste, me ajuda, tenta , busca , procura novos caminhos. Agradeço a Deus pela vida dele e por sempre fazer um trabalho de excelência e o melhor pelos seus pacientes. A secretária Aline é um ser humano incrível , sempre disposta a ajudar. Enfim, o melhor local para tratar a dor. Você não vai se arrepender. Agendei sua consulta. Dr Rodrigo, que sua vida seja sempre iluminada por Deus! E gratidão eterna.Publicado em Google![]()
Lanusia VasconcelosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Desejo-lhe o melhor dessa vida! Excelente pessoa e um grande médico!Publicado em Google![]()
tais santanaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Obrigado ser esse doutor excelente doutor, parabéns pelo seu dia !Publicado em Google![]()
Crislaine SantosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Médico ótimoPublicado em Google![]()
Mariacelia eu consegui passar tudo certo CeliaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito atencioso EA medicação dele pra mim foi precisa só tenho a agradecer o profissionalCertificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais