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Dr. Rodrigo GusmãoNEUROCIRURGIA • COLUNA • DOR
NEUROCIRURGIA • INVESTIGAÇÃO NEUROLÓGICA DA DOR • MEDICINA REGENERATIVA • NUTROLOGIA
Dr. Rodrigo Gusmão

Tratamento para hérnia de disco sem cirurgia em São Paulo

Itaim Bibi | Consulta particular

Hérnia cervical ou lombar, dor que desce para a perna ou braço, formigamento, perda de força ou indicação de cirurgia: entenda se o achado do seu exame realmente explica o que você sente e quais caminhos podem ser avaliados.

🇧🇷 Presencial | Itaim Bibi, São Paulo

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Consulta particular, não trabalhamos com nenhum convênio.

Quem é o Dr. Rodrigo de Coimbra Gusmão e como pode te ajudar? 👇🏼

É um respeitado Médico Neurocirurgião em SP, avaliado em 5 estrelas no Google, trabalha na linha da investigação da origem neurológica da DOR e trata com precisão minimamente invasiva, seja com: medicina regenerativa, infiltrações, fármacos ou cirurgias quando de fato é a melhor indicação.

Ilustração relacionada ao cuidado da coluna

O que levou você a procurar tratamento para hérnia de disco?

SINTOMAS

Dor lombar • Dor cervical • Dor que desce para a perna ou braço • Ciática • Formigamento • Dormência • Queimação • Choque • Perda de força • Coluna travada • Dificuldade para se abaixar • Dor ao sentar • Dor à noite

LAUDO

Hérnia de disco cervical • Hérnia de disco lombar • Discopatia • Abaulamento • Protrusão • Extrusão • Hérnia extrusa • Estenose • Compressão de raiz nervosa • Impressão sobre a medula

DECISÃO

Já tentou fisioterapia ou remédios • Fez infiltração ou bloqueio • Fez radiofrequência • Recebeu indicação de cirurgia • Já operou e continua com dor • Quer uma segunda opinião

Seu laudo já trouxe algum destes termos?

Discopatia • Abaulamento • Protrusão • Extrusão • Hérnia extrusa • Estenose • Compressão neural • Compressão ou impressão sobre a medula

O nome do exame importa, mas não decide o tratamento sozinho.

A pergunta é:

Esse achado explica o que você sente?

Duas pessoas podem ter imagens parecidas e precisar de condutas diferentes. A avaliação correlaciona o laudo com sintomas, força, sensibilidade, reflexos, evolução e tudo o que já foi tentado.

O exame mostra a anatomia, mas a decisão depende do caso inteiro...

NOVO • 2026

Novo tratamento para dores crônicas acaba de chegar ao Brasil.

Medicina regenerativa: você já ouviu falar em PRP?

Desde julho, o PRP passou a integrar uma nova possibilidade terapêutica regulamentada no Brasil para situações específicas, incluindo discopatia lombar.

O tratamento utiliza componentes do próprio sangue do paciente e pode entrar na conversa em casos selecionados.

Se você convive com dor há meses ou anos, já tentou medicamentos, fisioterapia, infiltrações ou outros tratamentos e até cirurgia e continua procurando alternativas, essa pode ser uma possibilidade a ser discutida durante a avaliação.

Ilustração relacionada ao cuidado da coluna
Dr. Rodrigo Gusmão

Ter uma hérnia de disco na ressonância não significa sair com uma cirurgia indicada.

O objetivo da avaliação é entender:

→ se a hérnia realmente explica os sintomas;

→ qual estrutura está envolvida;

→ se existe comprometimento neurológico;

→ o que já foi tentado e qual foi a resposta;

→ quais alternativas ainda fazem sentido;

→ e quando a cirurgia é, de fato, a melhor decisão.

Tratamento clínico. Reabilitação. Procedimentos menos invasivos. Medicina regenerativa em casos selecionados. Cirurgia quando indicada.

Hérnia de disco não tem um único tratamento.

TRATAMENTO CLÍNICO E REABILITAÇÃO

Quando o quadro pode ser conduzido sem intervenção e ainda existe espaço para recuperação funcional.

INFILTRAÇÕES E BLOQUEIOS

Quando existe um alvo e um objetivo clínico bem definidos.

RADIOFREQUÊNCIA

Pode fazer parte da estratégia em situações específicas de dor, dependendo da origem do sintoma e do objetivo do procedimento.

MEDICINA REGENERATIVA / PRP

Uma possibilidade mais recente para casos selecionados, inclusive determinados quadros de discopatia lombar.

CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA

Quando sintomas, sinais neurológicos, perda funcional e anatomia sustentam a indicação. Técnicas como cirurgia endoscópica ou microdiscectomia podem ser consideradas em situações específicas.

SEGUNDA OPINIÃO

Para quem já recebeu indicação de cirurgia, procedimento ou simplesmente quer compreender melhor o diagnóstico antes de decidir.

O objetivo não é oferecer o maior número de técnicas.

É descobrir qual caminho faz sentido para aquele caso.

Cirurgia pode ser a decisão certa. O ponto é saber quando e para quem…

Vale revisar a indicação quando você:

✓ recebeu indicação de cirurgia e ainda tem dúvidas;

✓ tem hérnia extrusa, estenose ou compressão neural;

✓ percebe perda de força ou piora funcional;

✓ apresenta sintomas que não melhoram;

✓ já tentou tratamentos anteriores;

✓ quer entender se existe alternativa antes de operar.

Uma segunda avaliação pode confirmar a indicação atual ou mostrar que outra estratégia merece ser discutida.

Dr. Rodrigo Gusmão

Dr. Rodrigo Gusmão

Neurocirurgião

CRM-SP 142.400 | RQE 80.979

10 mil+ atendimentos

Coluna • Dor • Nervos • Procedimentos • Cirurgia quando bem indicada

Avaliação cuidadosa. Técnicas atuais. Decisão com ética e acolhimento.

FAQ | HÉRNIA DE DISCO

1. Qual médico trata hérnia de disco: ortopedista ou neurocirurgião?

Ambos podem atuar em doenças da coluna. O neurocirurgião avalia coluna, medula, raízes nervosas e sistema nervoso e pode ser especialmente pertinente quando há dor irradiada, formigamento, dormência, perda de força, compressão ou dúvida sobre cirurgia.

2. O que é um neurocirurgião e por que ele trata hérnia de disco?

O neurocirurgião é um médico que, depois da graduação em Medicina, faz formação especializada em Neurocirurgia. No Brasil, a residência médica em Neurocirurgia tem cinco anos e prepara o especialista para diagnosticar e tratar doenças que envolvem cérebro, medula, coluna vertebral, raízes nervosas e nervos periféricos. Por isso, ele não é “o médico que só opera”. Também investiga sintomas, examina neurologicamente o paciente, interpreta exames e decide quando o tratamento pode ser clínico, intervencionista ou cirúrgico.

3. Neurocirurgião só atende quem precisa operar?

Não. Uma parte importante da consulta é justamente definir se existe indicação cirúrgica ou se o caso pode seguir por tratamento clínico, reabilitação ou procedimentos menos invasivos.

4. O que faz um especialista em coluna?

Avalia sintomas, exame físico e neurológico, exames de imagem, evolução do quadro e tratamentos anteriores para entender a origem do problema e definir conduta.

5. Hérnia de disco cervical e hérnia lombar são a mesma coisa?

São alterações semelhantes em regiões diferentes da coluna. A hérnia cervical pode causar sintomas em pescoço, braços e mãos. A lombar pode produzir sintomas em lombar, glúteos, pernas e pés, dependendo da estrutura envolvida.

6. O que é abaulamento discal?

É uma alteração do contorno do disco intervertebral. Pode ou não estar relacionada aos sintomas.

7. O que é protrusão discal?

É uma alteração em que parte do disco se projeta além do seu contorno habitual. O significado clínico depende da localização e da relação com os sintomas.

8. O que é hérnia extrusa?

É uma forma de hérnia em que parte do material discal ultrapassa seus limites habituais. O termo anatômico não define sozinho se será necessário operar.

9. Qual é a diferença entre abaulamento, protrusão e extrusão?

São descrições anatômicas diferentes da alteração discal. Nenhuma delas, isoladamente, determina gravidade, risco ou tratamento.

10. Discopatia é a mesma coisa que hérnia de disco?

Não. Discopatia é um termo mais amplo para alterações do disco intervertebral. Hérnia é uma alteração específica desse disco.

11. O que significa C3-C4?

É um nível da coluna cervical, entre as vértebras C3 e C4. O nível localiza o achado, mas não define sozinho a gravidade.

12. O que significa C5-C6?

É outro nível cervical frequentemente descrito em exames. A importância depende do tipo de alteração e da relação com os sintomas.

13. O que significa L4-L5?

É um nível da coluna lombar. Alterações nessa região podem estar relacionadas a dor lombar ou sintomas irradiados, dependendo da estrutura envolvida.

14. O que significa L5-S1?

É a região de transição entre a coluna lombar e o sacro. O achado precisa ser correlacionado ao exame e aos sintomas.

15. O que significa compressão de raiz nervosa?

Significa que uma estrutura pode estar pressionando ou irritando uma raiz nervosa. Isso pode gerar dor irradiada, formigamento, dormência ou perda de força.

16. O que significa impressão ou compressão sobre a medula?

É uma descrição radiológica de contato ou efeito sobre a medula. O significado clínico depende do grau do achado e dos sinais neurológicos.

17. O que é estenose de canal?

É um estreitamento do espaço por onde passam estruturas neurais. A importância depende da região, da intensidade e dos sintomas.

18. “Canal estreito” é a mesma coisa que estenose?

Geralmente, “canal estreito” é uma forma popular de se referir à estenose do canal vertebral. O significado para o paciente depende da correlação com os sintomas e o exame neurológico.

19. “Bico de papagaio” é a mesma coisa que hérnia de disco?

Não. “Bico de papagaio” é um nome popular para osteófitos, formações ósseas associadas a alterações degenerativas. Hérnia de disco envolve o disco intervertebral.

20. Ressonância com hérnia confirma que ela é a causa da dor?

Não necessariamente. A imagem precisa corresponder ao trajeto dos sintomas e aos achados do exame físico e neurológico.

21. É possível ter hérnia de disco e não sentir nada?

Sim. Algumas pessoas apresentam alterações em exames sem sintomas. Por isso, tratar a imagem sem correlacioná-la ao quadro pode levar a decisões inadequadas.

22. O tamanho da hérnia define se preciso operar?

Não sozinho. A decisão considera sintomas, sinais neurológicos, força, função, localização da compressão, evolução e resposta aos tratamentos anteriores.

23. Hérnia de disco causa dor na perna?

Pode. Quando determinadas raízes nervosas são irritadas ou comprimidas, a dor pode irradiar da lombar para glúteo, coxa, perna ou pé.

24. Dor que desce para a perna é sempre nervo ciático?

Não. Esse padrão pode envolver raízes nervosas que formam o nervo ciático, mas outras condições também podem causar dor irradiada.

25. Hérnia cervical pode causar dor no braço?

Pode. Também pode estar associada a formigamento, dormência ou perda de força no braço ou na mão, dependendo do nível e da estrutura envolvida.

26. Formigamento pode vir da hérnia de disco?

Pode, especialmente quando existe irritação ou compressão neural, mas há outras causas possíveis.

27. Dormência pode vir da coluna?

Pode. O padrão da dormência e o exame ajudam a diferenciar se a origem está na coluna, em um nervo periférico ou em outra condição.

28. Queimação ou sensação de choque podem ser dor de nervo?

Podem. Queimação, choque, formigamento e dormência são descrições frequentes em dores com componente neuropático.

29. Perda de força é um sinal importante?

Sim. Alteração de força é um dado neurológico relevante e precisa ser avaliada no contexto do quadro, especialmente quando é nova ou progressiva.

30. Minha perna falha ou parece “dobrar sozinha”. Isso pode ter relação com a coluna?

Pode haver relação quando existe comprometimento neurológico e perda de força, mas também existem outras causas. Fraqueza verdadeira precisa de avaliação.

31. Minha coluna trava e eu não consigo me abaixar. Isso pode ser hérnia?

Pode acontecer em quadros de hérnia, mas “coluna travada” não identifica uma causa sozinha. Disco, articulações, musculatura e outras estruturas podem produzir limitação semelhante.

32. A dor piora ao sentar, levantar, deitar ou andar de carro. Isso ajuda no diagnóstico?

Ajuda. Posição, movimento, vibração, esforço e tempo sentado podem oferecer pistas sobre quais estruturas participam do quadro.

33. A dor me acorda de madrugada. Isso é importante contar ao médico?

Sim. Dor noturna, frequência das crises, duração e fatores associados ajudam a construir o diagnóstico e a decidir se a investigação precisa ser ampliada.

34. Minha dor está tão forte que eu quase não consigo caminhar. Quando procurar avaliação?

Quando a dor limita a marcha, as atividades básicas ou vem acompanhada de fraqueza, dormência importante ou piora progressiva, a avaliação médica ganha ainda mais importância.

35. Dor muito forte pode dificultar até respirar?

Dor intensa pode limitar movimentos e tornar a respiração desconfortável, mas falta de ar tem muitas outras causas e não deve ser atribuída automaticamente à coluna.

36. Hérnia extrusa tem que operar?

Não necessariamente. “Extrusa” descreve uma característica anatômica. A necessidade de cirurgia depende do quadro clínico, do exame neurológico, da função e da evolução.

37. É possível tratar hérnia de disco sem cirurgia?

Em muitos casos, sim. Em outros, a cirurgia pode ser necessária. A decisão depende do quadro clínico e neurológico.

38. “Já fiz fisioterapia, tomei remédios e nada resolve.” O que muda numa nova avaliação?

Muda a pergunta. Em vez de apenas repetir o tratamento, a avaliação pode revisar se o diagnóstico está correto, se a imagem corresponde aos sintomas e por que as tentativas anteriores não produziram o resultado esperado.

39. O que fazer quando fisioterapia não resolve?

Pode ser necessário revisar diagnóstico, progressão do quadro, sinais neurológicos e outras possibilidades de tratamento.

40. Fiz infiltração e não resolveu. O que pode ser revisto?

É possível revisar qual era o diagnóstico, qual estrutura foi tratada, qual técnica foi utilizada e qual resposta ocorreu. Não responder a uma infiltração não significa automaticamente que o próximo passo seja cirurgia.

41. Fiz bloqueio e melhorou só por pouco tempo. Isso significa que deu errado?

Não necessariamente. Dependendo do tipo e do objetivo do bloqueio, a duração da resposta pode oferecer informação importante sobre a origem da dor.

42. Infiltração e bloqueio são a mesma coisa?

Não necessariamente. Existem técnicas, alvos e objetivos diferentes. A indicação depende do caso.

43. O que é radiofrequência na coluna?

É uma técnica intervencionista usada em situações específicas de dor. A indicação depende do mecanismo de dor e do alvo que será tratado.

44. Radiofrequência serve para hérnia de disco?

Pode fazer parte da estratégia de alguns quadros de dor associados à coluna, mas não é indicada simplesmente porque existe uma hérnia na ressonância.

45. O que é radiofrequência pulsada para hérnia de disco?

É uma modalidade de radiofrequência usada em contextos específicos para modular estruturas relacionadas à dor sem necessariamente produzir o mesmo efeito térmico de outras técnicas. A indicação depende do diagnóstico e do alvo.

46. O que é rizotomia? É a mesma coisa que radiofrequência?

Rizotomia é um termo usado para procedimentos destinados a interromper ou modular a transmissão de dor por determinados ramos nervosos. Algumas técnicas utilizam radiofrequência, mas os termos não são sinônimos em todos os contextos.

47. A radiofrequência pode evitar uma cirurgia?

Em alguns casos, pode fazer parte de uma estratégia não cirúrgica. Em outros, o problema que exige cirurgia não é tratado pela radiofrequência.

48. Como é a recuperação depois de radiofrequência ou rizotomia?

Varia conforme a técnica, a região tratada, o estado clínico e a atividade do paciente. Não existe um único prazo que sirva para todos os casos.

49. Procedimento na coluna exige afastamento do trabalho?

Depende do procedimento e do tipo de trabalho. Atividades físicas intensas e trabalhos sedentários podem exigir orientações diferentes.

50. PRP pode ser usado na coluna?

Em situações selecionadas, pode entrar na discussão como tratamento médico adjuvante. A regulamentação atual inclui a discopatia lombar entre as condições específicas autorizadas.

51. PRP regenera o disco?

Não deve ser entendido como promessa de regeneração garantida. O objetivo terapêutico, a indicação e os resultados esperados precisam ser discutidos individualmente.

52. Medicina regenerativa substitui cirurgia?

Não automaticamente. São estratégias com indicações diferentes. O PRP não substitui tratamento clínico, reabilitacional, intervencionista ou cirúrgico quando estes são indicados.

53. O que é cirurgia endoscópica da coluna?

É uma técnica de cirurgia minimamente invasiva realizada por pequenas incisões e com auxílio de uma câmera para acessar determinadas estruturas da coluna. Pode ser considerada em casos selecionados.

54. O que é microdiscectomia?

É uma cirurgia utilizada em situações selecionadas para retirar parte do disco que está comprimindo uma raiz nervosa. A indicação depende dos sintomas, exame neurológico, imagens e evolução.

55. O que é artrodese? É a cirurgia que coloca pinos e hastes?

Artrodese é uma cirurgia que busca estabilizar e unir segmentos da coluna. Dependendo da técnica, podem ser utilizados parafusos, hastes ou outros implantes. Ela não é necessária em toda hérnia de disco.

56. Tenho medo de operar e ficar pior ou paralítico. Como essa decisão é feita?

O risco não pode ser estimado apenas pela palavra “cirurgia”. A decisão considera diagnóstico, nível da coluna, técnica proposta, estado neurológico, riscos de intervir, riscos de não intervir e alternativas disponíveis.

57. Se eu não operar, o que pode acontecer?

Depende completamente do diagnóstico. Alguns quadros podem ser acompanhados ou tratados sem cirurgia. Outros podem apresentar risco de piora neurológica ou funcional.

58. Estenose “crítica” ou “severa” sempre precisa de cirurgia?

Não é possível decidir apenas pelo adjetivo do laudo. A intensidade da estenose precisa ser relacionada aos sintomas, exame neurológico, função e evolução.

59. Quando vale buscar uma segunda opinião para hérnia de disco?

Quando há dúvida sobre diagnóstico, cirurgia, procedimento, persistência dos sintomas ou quando você quer entender melhor as alternativas antes de decidir.

60. Já fiz cirurgia e continuo com dor. Isso significa que a cirurgia deu errado?

Não necessariamente. Dor persistente ou recorrente depois de uma cirurgia pode ter diferentes causas. O primeiro passo é entender o que está acontecendo agora.

61. Existe tratamento quando a pessoa já operou e continua com dor?

Pode existir, mas depende da causa da dor persistente. A investigação pode levar a reabilitação, tratamento medicamentoso, procedimentos ou, em situações específicas, nova cirurgia.

62. Pinos e hastes de uma artrodese podem causar dor?

Podem existir situações em que implantes participam do problema, mas não é correto atribuir a dor aos pinos ou hastes sem investigação.

63. Qual exame é melhor para hérnia de disco: ressonância, tomografia ou eletroneuromiografia?

Eles respondem a perguntas diferentes. A ressonância costuma mostrar discos, nervos e medula; a tomografia detalha melhor estruturas ósseas; e a eletroneuromiografia avalia a função de nervos e músculos em situações específicas.

64. Preciso levar a imagem da ressonância ou só o laudo basta?

Quando possível, levar as imagens além do laudo ajuda o médico a revisar diretamente o exame e correlacioná-lo aos sintomas.

65. Qual é o melhor tratamento para hérnia de disco?

Não existe um tratamento único que seja melhor para todas as pessoas. A melhor conduta depende da causa dos sintomas, do estado neurológico, da função, dos exames, da evolução e do que já foi tentado.

66. Tenho estenose ou “canal estreito”. A radiofrequência pode ajudar?

A radiofrequência não “abre” o canal e não trata a estenose anatômica em si. A evidência é mais consistente quando a dor vem de estruturas específicas, como as articulações facetárias. Em alguém que também tem estenose, ela pode ser considerada apenas se a avaliação mostrar que existe um alvo de dor compatível. Quando há compressão neural importante, claudicação, perda de força ou piora neurológica, a decisão terapêutica segue outro raciocínio.

67. Quais são os riscos da radiofrequência na coluna?

Nenhum procedimento é isento de risco. Na radiofrequência, os efeitos adversos dependem da técnica, da região e do alvo tratado. Estudos descrevem, entre outras possibilidades, dor temporária no local, dor neurítica, dormência ou alteração de sensibilidade; eventos mais graves são menos frequentes, mas podem ocorrer. Por isso, indicação, anatomia, técnica e orientação por imagem importam.

68. A radiofrequência ou a rizotomia melhora por quanto tempo?

Não existe um prazo único. A duração do efeito varia conforme a origem da dor, a seleção do paciente, a técnica e o alvo tratado. Em estudos de radiofrequência para dor facetária, benefícios foram avaliados em curto, médio e até longo prazo, inclusive acima de 12 meses em alguns grupos. Isso não significa que o resultado dure esse tempo para todas as pessoas.

69. Vale a pena operar uma hérnia de disco?

Essa decisão não pode ser respondida apenas com “sim” ou “não”. Em hérnia lombar com ciática, a cirurgia pode oferecer melhora mais rápida de dor e incapacidade em pacientes bem selecionados, enquanto em parte dos casos os resultados de longo prazo podem se aproximar dos obtidos com tratamento conservador. Compressão confirmada, dor persistente ou refratária, perda de força, progressão neurológica, tempo de evolução e impacto funcional pesam nessa decisão.

70. Dor lombar crônica tem cura?

“Cura” não é uma promessa adequada para dor lombar crônica. A literatura a trata como uma condição que pode ser recorrente e ter diferentes causas e mecanismos. Existem tratamentos capazes de reduzir dor e incapacidade e melhorar função, mas a resposta varia entre pessoas e depende de um diagnóstico correto, do mecanismo da dor e da estratégia usada.

O laudo não precisa ser o fim da conversa.

Pode ser o começo de uma decisão melhor.

Se você já sabe que tem hérnia, discopatia, protrusão, estenose ou compressão e quer entender o que isso significa para o seu caso, a avaliação pode organizar as informações e mostrar quais caminhos merecem ser discutidos.

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Vanessa priscilla
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Atendimento de recepção maravilhoso, atenção por parte do doutor Rodrigo excelente, um médico que não se fixa só na queixa do paciente, ele vê o paciente como um ser global, aonde se a máquina do corpo precisa estar toda funcionando em sincronia. Ele não faz distinção dos pacientes, atende muito bem no público e no particular, pois o conheço nos dois ambientes. Um médico que faz com amor a profissão, isso hoje é uma raridade na medicina, precisamos de muito mais doutores Rodrigos no nosso país.
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Hedelaine Oliveira Morato
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Dr Rodrigo Gusmão simplesmente maravilhoso! Atencioso e muito profissional. Estava com muitas dores, ele fez infiltração no próprio consultório e nunca mais senti aquela dor intensa novamente. Maravilhoso! Deus abençoe sempre
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Ana Gabriela Bezerra
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Excelente atendimento
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pamela mendes
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Doutor não estou conseguindo agendar consulta, me mandem o número novo ou endereço por favor, meu pai faz tratamento com o senhor .... esse doutor é Luz em meio às trevas, homem abençoado, humano , empático. DEUS abençoe ao senhor e todos funcionários
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Kelly Maria
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Descrevo o Dr Rodrigo, como um anjo aqui nesta terra, pense em um profissional diferenciado, empático e que ouve os seus pacientes. Quando o conheci , estava desacreditada , pois ninguém conseguia traduzir ou entender tudo aquilo que eu sentia. Paciente de dor crônica, com inúmeras tentativas de analgesia fracassadas, e eu pesquisando na internet, li a descrição de tudo que eu sentia e tentava me fazer entender há anos , na página do Dr., agendei a consulta e desde então , a minha vida está nas mãos dele, nunca ouvi que meu problema não tem solução, simplesmente , não desiste, me ajuda, tenta , busca , procura novos caminhos. Agradeço a Deus pela vida dele e por sempre fazer um trabalho de excelência e o melhor pelos seus pacientes. A secretária Aline é um ser humano incrível , sempre disposta a ajudar. Enfim, o melhor local para tratar a dor. Você não vai se arrepender. Agendei sua consulta. Dr Rodrigo, que sua vida seja sempre iluminada por Deus! E gratidão eterna.
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Lanusia Vasconcelos
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Desejo-lhe o melhor dessa vida! Excelente pessoa e um grande médico!
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tais santana
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Obrigado ser esse doutor excelente doutor, parabéns pelo seu dia !
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Crislaine Santos
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Médico ótimo
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Mariacelia eu consegui passar tudo certo Celia
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Muito atencioso EA medicação dele pra mim foi precisa só tenho a agradecer o profissional
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